quinta-feira, 23 de março de 2017

 
 
 
A Subsecretaria de Vigilância, Fiscalização Sanitária e Controle de  Zoonoses em parceria com a Subsecretaria de Meio Ambiente realizará  uma palestra sobre a Febre Amarela e sua relação com os primatas não  humanos chamado "O macaco não tem culpa".
Estamos convidando aos interessados para participarem deste evento que  será realizado na próxima segunda feira (27/03) às 15:00 horas no  Auditório do CASS da Prefeitura do Rio de Janeiro (Rua Afonso  Cavalcanti, 455 - Cidade Nova).
Para participar deste evento não é necessário se inscrever. Além  disso, é extensivo a outros participantes.


terça-feira, 21 de março de 2017

CRIAÇÃO DE UM REFÚGIO PARA A VIDA SILVESTRE NA SERRA DA ESTRELA NA SUBIDA ATUAL DA SERRA PARA PETRÓPOLIS



CRIAÇÃO DE UM REFÚGIO PARA A VIDA SILVESTRE NA SERRA DA ESTRELA NA SUBIDA ATUAL DA SERRA PARA PETRÓPOLIS




Convidamos todos os interessados para a primeira Consulta Pública do processo de criação de uma nova unidade de conservação na serra da estrela. Até o momento a proposta é de um Refúgio de Vida Silvestre, uma das categorias de UC previstas no SNUC. Seguem as informações:


Dia: 31/03
Local:  (THEATRO DOM PEDRO)Praça dos Expedicionários s/n - Centro Petrópolis
CEP 25.620-002). A partir das 18 horas.

segunda-feira, 20 de março de 2017

Está todo mundo convocado!

Temos 2000 mudas para plantar e precisamos de muitos voluntários.

Evento aberto ao público e gratuito!

Confirme sua presença no e-mail contato@umpedeque.com.br
 

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

II Oficina de Trabalho discute o futuro dos Corredores Verdes no Rio de Janeiro

O MOSAICO CARIOCA DE ÁREAS PROTEGIDAS em parceria com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente do Rio de Janeiro realizou na quarta-feira, dia 09/12, a II Oficina de Trabalho Corredor Verde. O evento contou com a participação de autoridades e técnicos da SMAC, INEA e ICMBio que se reuniram para discutir os novos rumos do Projeto Corredor Verde na Cidade do Rio de Janeiro.




Este projeto é uma iniciativa do Mosaico Carioca de Áreas Protegidas e teve início em 2012, a partir da formação de Grupos de Trabalho que discutiram os primeiros passos do Projeto Piloto, que contemplaria a ligação dos Parques Chico Mendes, Marapendi e Prainha.

Três anos depois, a II Oficina de Trabalho reinicia suas discussões sobre as novas fronteiras do Corredor Verde a partir do sucesso de implantação do Projeto Piloto, que atualmente conta com sinalização, arborização, recuperação de áreas degradadas e o cercamento para proteção da fauna. O projeto foi bem sucedido e teve uma expansão natural de suas ações em direção à Barra Bonita e à Alameda Sandra Alvim, que não estavam previstos no traçado original. Além disso, o apoio fundamental da sociedade civil organizada na conquista da promessa de despoluição do Canal das Taxas pelo Governo do Estado acelerará ainda mais a recuperação da área conhecida como Corredor Verde Olímpico, que é palco das olimpíadas de 2016. E mais, o Governo do Estado e a Prefeitura do Rio de Janeiro assumiram o compromisso de realizar o planejamento e diagnóstico da Área do Corredor Verde Olímpico que se estende pela Lagoa da Tijuca, passando pelo Parque Fazenda da Restinga, com importantes remanescentes de manguezal e restinga, até o PNM Bosque da Barra, compreendendo a APA de Marapendi e o PNM Mello Barreto.


O evento foi conduzido pela Coordenadora do Projeto Corredor Verde, Silma de Santa Maria, que convidou à mesa as autoridades presentes. O Sub-Secretário de Meio Ambiente do Rio de Janeiro, Altamirando Moraes, o Diretor de Biodiversidade e Áreas Protegidas do INEA, Fernando Mathias, o Secretário Executivo do Mosaico Carioca, Marco Antonelli, o Conselheiro do Mosaico Carioca e representante da SECONSERVA/COMLURB, Celso Junius, e a representante do Gabiente do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, Cláudia Barros. A fala da mesa foi uníssona quanto a importância do projeto e o compromisso em seguir apoiando esta iniciativa. Tanto o Sub-Secretário de Meio Ambiente quanto o representante do INEA destacaram a necessidade de repensarmos o tipo de cidade que estamos deixando para as futuras gerações e a urgência de políticas públicas que favoreçam a preservação e conservação das áreas verdes.


O evento contou, ainda, com a presença de especialistas como a professora e pesquisadora da PUC-Rio/Instituto INVERDE, Cecília Herzog, que discorreu sobre Cidades Resilientes e Ecossistemas Urbanos, o Gerente de Monitoramento Ambiental, Brasiliano Vito Fico, que trouxe um panorama do estado de conservação das áreas verdes na cidade do Rio de Janeiro e apresentou o Programa de Monitoramento SIG Florestal, além da empresa EMBYÁ Paisagismo e Ecossistemas, que apresentou seu ponto de vista técnico sobre como reorganizar espaços urbanos para as demandas dos Corredores Verdes.

A programação contou ainda com os depoimentos do Celso Junius e Silma de Santa Maria, que relataram o histórico de conservação das áreas verdes do Mosaico Carioca e a implantação dos Corredores Verdes, apresentando o diagnóstico e resultados do Projeto Piloto para o público presente e indicando os novos rumos que já estão sendo perseguidos para que o Corredor Verde Olímpico se estenda até o Bosque da Barra.

Durante a tarde, os participantes da II Oficina de Trabalho foram convidados a se reunirem em dois grupos (Estratégias de Comunicação e Projetos, Captação de Recursos e Estrutura Institucional) para traçar as novas propostas e diretrizes de trabalho do Projeto Corredor Verde. O resultado do encontro ainda está sendo consolidado em um relatório técnico, mas já aponta para a relevância cada vez maior dos Corredores Verdes para a Cidade do Rio de Janeiro.



segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Mosaico Carioca vistoria o Morro do Telégrafo



O Mosaico Carioca de Áreas Protegidas realizou no dia 6 de junho de 2015 uma visita técnica com a presença dos gestores do Parque Estadual da Pedra Branca e do Parque Natural Municipal de Grumari. Participaram também como convidados a Coordenação de Educação Ambiental da Secretaria Municipal de Meio Ambiente - CEA-SMAC e a Secretaria Municipal de Conservação – SECONSERVA, com o objetivo de atender a problemática surgida no PNM de Grumari desde que a Pedra do Telégrafo e a Pedra da Lua despontaram como novos atrativos turísticos da cidade.

A recente descoberta trouxe problemas graves para os gestores do PNM Grumari e do PE da Pedra Branca, que relataram a crescente preocupação com a deterioração da trilha e o impacto gerado nessas unidades de conservação. De acordo com os gestores, a quantidade de lixo encontrada após um final de semana de visitas é enorme e dificulta o trabalho das equipes da COMLURB.

A equipe do Mosaico Carioca também conversou com os moradores e pôde perceber que os problemas não se resumem apenas ao lixo deixado nas trilhas e nas filas formadas no alto da pedra. Serviços de moto táxi têm levado os usuários o mais próximo possível do topo, o que, segundo os gestores, contribui para a erosão da trilha e a formação de voçorocas. A presença de motos e bicicletas também constitui risco potencial de acidentes para a fauna do parque e visitantes que sobem a pé. É importante destacar, ainda, que o uso de motos e bicicletas nas trilhas destes parques é proibido, e não estão previstos em seus respectivos planos de manejo.




Outro problema oriundo do grande fluxo de pessoas e súbito interesse por estas áreas é a proliferação de falsos guias de turismo. De maneira inescrupulosa, estes “guias” depredam a sinalização realizada pelo Mosaico Carioca visando dificultar o acesso gratuito de visitantes menos experientes ao parque, obrigando-os assim,  a contratação do serviço.

Esta sinalização, simples e rústica, realizada através de mutirões periódicos abertos à participação pública, tem apoio da SMAC, INEA e ICMBio e parceria com mais de 20 instituições, dentre elas o Sindicato de Guias de Turismo do Rio de Janeiro (SINDGTUR) e o Centro Excursionista Brasileiro (CEB).






Este retrato dramático se repete a cada final de semana, mas ganha impulso nos feriados e finais de semana de verão, como relatado em reportagem do Portal G1 (http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2015/05/g1-explica-truque-em-fotos-tiradas-de-abismo-no-rio-assista-ao-video.html), no alto da pedra são formadas filas de mais de duas horas de espera para tirar uma foto, atraindo o serviço de ambulantes e deixando o início da trilha, na Praia Grande, repleta de carros em um local que não possui estrutura para estacionamento, o que também incomoda os moradores da região conforme relatos no local.


Os setores governamentais envolvidos estão elaborando propostas visando a implantação de estratégias de ordenamento do espaço e sensibilização dos visitantes e moradores, com vistas a diminuir o impacto no local.